7YRS é uma instalação desenvolvida por no âmbito do Mestrado em Multimédia da UP que explora o espaço pessoal e corporal interferido por tecnologia digital. O diálogo cibernético é mediado por uma escultura com visão computacional e projecção mapeada que cria instâncias virtuais das pessoas que a abordam e manipula o reflexo das suas imagens na peça e no espaço envolvente.

Ana Salomé Barros
Filipe dos Santos Teixeira
Hugo Edgar Mesquita
Joana Margarida Tavares
Margarida Castro Afonso


"Growing Verse” é uma instalação na qual o artista procura interação sonora com o utilizador baseada em luz. As composições musicais pré-programadas reagem aos movimentos corporais para criar conteúdos sonoros e musicais específicos.
Este trabalho tem o objectivo de permitir ao público experienciar o processo de criação sonora em tempo real.
 

Junya Oikawa

O espaço como elemento definidor da arte demonstra a relevância do contexto na proposta artística. Surge um conceito onde o espaço é apresentado como parte de um lugar com raízes e ligações sociais-culturais prévias.
A arte relaciona-se ao longo dos tempos com o lugar, que Heidegger define como responsável pela criação do espaço. Longe de ser autónomo ao lugar, o objecto artístico pretende potenciar a inter-relação espaço, objecto, comunidade, memória, tornando o lugar numa entidade volátil criada através da acção humana.
A definição de lugar é o mote no contexto desta peça artística cujo
 desafio é o da procura da construção e identidade sonora da cidade de Braga
A peça a apresentar consiste numa aplicação para sistemas móveis que permite ouvir novos contextos 

José Vasco Carvalho
André Venturoti Perrotta

nG, inspirado no ciclo de vida de uma estrela, é uma instalação em que o público manipula uma experiência interactiva de recursos visuais ( escultura de leds e projeções ) e sonoros, através de relações de movimento e posição entre si.

Ever Arrieta
Filipe dos Santos Teixeira
Hugo Edgar Mesquita
Isabela Almeida
José Ricardo Barbosa
João Tiago Araujo
Matheus Scarlatti Belucio
Nerea Castro
Raquel Correia

OoaT é uma instalação interativa em que pelos movimentos e gestos do sujeito interatuante se exploram elementos generativos visuais e sonoros. Apresenta-se minimalista na interface, sendo sustentada pela naturalidade dos movimentos corporais. Além disso, ainda omite qualquer representação do sujeito interatuante na dimensão digital. Pretende-se, assim, possibilitar, com base numa semiótica própria, um diálogo tendente à descoberta progressiva da interação.

O processo criativo inerente a esta obra fundamenta-se na modelação e implementação algorítmica de um Sistema Autónomo. Assim, num exercício partilhado entre o autor, o sistema digital e o sujeito interatuante emergem, por processos algorítmicos determinísticos e inspirados no mundo natural, resultados com dimensão estética não previstos a priori.

Diogo Cunha & José Ismael Graça


Quintetto é uma instalação sonora baseada no qual a análise dos movimentos casuais de criaturas vivas é usado como matéria prima para a produção de som. O objetivo é revelar “concertos invisíveis” do mundo natural.
O movimento vertical de 5 peixes em aquários é capturado por sensores que os traduz em sinais digitais, formando um quinteto inesperado.

Quiet Ensemble

Robotic Motion é uma instalação interativa que tem por finalidade estabelecer uma ligação empática entre humano e máquina, através do movimento corporal. O utilizador é convidado a interagir com um sistema irá responder aos seus movimentos através de som e imagem em tempo real, criando uma atmosfera sonora plástica, virtual e mecânica.

Joana Perfeito

Ao encontrarmos uma planta que produz som, apercebemo-nos de imediato das relações enredadas entre o humano e a natureza. As plantas são os únicos organismos que conseguem converter energia luminosa em alimento e são a base da cadeia alimentar: produzem oxigénio, são o habitat primário de milhares de organismos, produzem sombras que ajudam a moderar a temperatura e os padrões de precipitação. A incessante exploração de vários recursos naturais põe em causa a manutenção dos ecossistemas, o clima global e, consequentemente a vida no planeta. Irá a humanidade respeitar e viver em consonância com a Natureza ou abusar dela até chegar a um ponto sem retorno? Este trabalho tenta explorar e mostrar, através das plantas, que toda a vida do planeta está ligada entre si e que o ser humano desempenha um papel crucial na manutenção do mundo natural e da sua harmonia. 

Miguel Reis 

Nuno Castro