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Conversa com Yvette Janine Jackson, Judith Hamann e Rui Miguel Abreu

29.10 — 18:00

Talk

A encomenda de novos trabalhos tem sido uma constante do festival Semibreve ao longo do seu percurso, que se tem intensificado particularmente nos últimos anos. A edição de 2021 conta com sete novas encomendas, a serem apresentadas no Semibreve em estreia mundial. Através de uma série de três conversas, o Semibreve inclui no seu programa uma discussão sobre os processos subjacentes a três destes novos trabalhos. A colaboração remota entre Yvette Janine Jackson e Judith Hamann, bem como o desenvolvimento de uma peça duracional por Flora Yin-Wong serão alvo de sessões dedicadas com moderação de Rui Miguel Abreu. O artista e investigador Heitor Alvelos, abordará o processo de colaboração entre Rabih Beaini e as harpistas Angélica Salvi e Eleonor Picas.

Yvette Janine Jackson é uma compositora e artista que foca a sua prática em eventos históricos e questões sociais através de operas rádio. Estudou no Columbia-Princeton Electronic Music Center durante a sua transição para Computer Music Center e mistura essa experiência académica com o seu trabalho enquanto designer sonora e compositora de lógica narrativa.

Judith Hamann é uma violoncelista e performer/compositora originária de Naarm/Birraranga (Melbourne), Australia, atualmente residente em Berlim. A sua prática atravessa vários géneros e técnicas, incluindo elementos de improvisação, música contemporânea, experimental e popular.

Rui Miguel Abreu é jornalista há mais de 25 anos e escreve atualmente para revista Blitz, onde trabalhou mais de uma década. É radialista na Antena 3 e RDP África e fundador do projeto editorial Rimas e Batidas. Adicionalmente, tem um longo percurso na área da edição discográfica e produção de eventos musicais.