João Carlos Pinto
A1-0 N3
Music
Date + Hour
24.10 Saturday + 16:00
Place
Conservatório de Música Calouste Gulbenkian
© Marianne Harlé
A1-0 N3 é uma produção de teatro musical sci-fi techno-futurista e imersiva, que se serve da forma dramática para promover uma reflexão dialética e aberta sobre AI, e que explora a potencialidade do canto como possível aproximação entre a espontaneidade de um robot e a de um humano.
A1-0 N3 é o código de barras de um dos componentes do robot homónimo A1-0 N3, que é também protagonista de uma narrativa que, além de incluir sangue, suor e lágrimas, se faz também de glitchs, softwares, fábricas, laboratórios e investigadores; de dúvidas acerca da natureza do amor, da guerra e da identidade; e do reconhecimento da omnipresença dos interesses do mercado e do capital em todas as dimensões da vida humana e não humana.
JOÃO CARLOS PINTO (*1998) nasceu em Braga, Portugal.
Artista com formação em música clássica e multimedia. Interessado na exploração do tecno-animismo e da ciber-espiritualidade através das artes performativas e multimedia.
Estudou Piano e Composição no Conservatório Calouste Gulbenkian de Braga, licenciou-se em Composição pela Escola Superior de Música de Lisboa, e frequentou o Mestrado em Composição Multimedia na Hochschule für Musik und Theater Hamburg tendo como tutor Alexander Schubert.
Em 2019 foi Jovem Compositor Associado dos Estúdios Victor Córdon, Teatro Nacional S. Carlos e Companhia Nacional de Bailado; e foi selecionado para o Festival ManiFeste do IRCAM e Centre Pompidou.
Em 2024 escreveu “Responsorio” para a Orquestra Gulbenkian dirigida por Luca Francesconi; e “black midi” para o Schallfeld Ensemble + eletrónica e luzes; fez também a música para o espetáculo “Há qualquer coisa prestes a acontecer” de Victor Hugo Pontes, elegido como um dos 10 melhores espetáculos do ano.
Em 2025 foi o Artista Residente da Casa da Música, resultando em encomendas para o Remix Ensemble e a Orquestra Sinfónica do Porto, assim como a performance “Player #1” para comando de PlayStation, eletrónica, vídeo, luzes e lasers.
Atualmente, encontra-se a desenvolver o espetáculo multimédia de larga-escala “A1-0 N3”, em co-produção com o Festival Semibreve, Fundação Serralves, Teatro das Figuras, Teatro José Lúcio da Silva e o Teatro Municipal da Covilhã. Esta será a primeira produção do seu estúdio multidisciplinar “blegh” que tem em conjunto com INÊVES
Recebeu ainda encomendas de outras entidades como: UNESCO, ZKM Karlsruhe, Gaudeamus, RTP, Antena 2, Centro Cultural de Belém, Fundação Calouste Gulbenkian, Jovem Orquestra Portuguesa, gnration e Arte no Tempo.
Foi galardoado nos prémios: Lumen Prize, Luciano Berio Composition Competition e Concurso de Composição da Banda Sinfónica Portuguesa.
Direção artística e música
João Carlos Pinto
Assistência à direção artística e direção de produção
INÊVES
Direção técnica e luz
Diogo Mendes
Cenografia
Bruno José Silva
Figurinos
Francisca Isabel
Design de vídeo
Lyft Studio
Interpretação
Catarina Luís
Rina Marques
Mafalda Banquart
Alan Sencades
Produção executiva
Carolina Barbosa
Uma produção de
blegh
Co-produção
Festival Semibreve
Teatro das Figuras
Teatro José Lúcio da Silva
Teatro Municipal da Covilhã
Apoio residências artísticas
Teatro Universitário do Porto
Apoios media
Antena 2
Público
Gerador
Rádio RUM
Tap Juice
Outros apoios
Arte Total
Financiado por
República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desporto | Dgartes – Direção Geral das Artes
Agradecimentos
Silent party coletivo