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System Sophie
Carbolines

Music

Date + Hour

23.10 Friday + 01:30

Place

gnration (Blackbox)

Chama-se Sofia Ribeiro, e no universo artístico é conhecida como System Sophie. O seu projeto surgiu da curiosidade em explorar os sons e as possibilidades dos instrumentos eletrónicos, especialmente os sintetizadores.

A Sua prática artística baseia-se na experimentação, utilizando sintetizadores, instrumentos virtuais, gravações e instrumentos generativos para criar atmosferas sonoras que fundem estilos como ambient, experimental, drone e generative music. O objetivo é criar uma experiência auditiva única, refletindo estados de espírito e experiências

pessoais.

Ao longo da sua jornada, participou em vários projetos colaborativos, como o Durum X9 (improvisação eletrónica), o Sniel System (techno experimental, com João Araújo aka snieldemente ) é também co-fundadora do coletivo Umer e do projecto Hardware Live, que consiste em improvisação em contexto clubbing de techno experimental.

A sua música é uma busca constante por novas formas de expressão, e cada projeto é uma oportunidade para explorar e expandir os limites da música eletrónica, criando uma comunicação visceral e única com o público.

In a country that is becoming increasingly well-known, there are, as there always are in similar instances, cities which thrive and progress on the fringes of the system.  A legion of creators from artists to promoters, from publishers to designers, are swimming against the tide, determined to make everything more beautiful, more interesting, and more valuable. Based between Guimarães and Porto, Sofia Ribeiro is one such person. Co-founder of the Ūmër collective, and having spent time with the Hardware Live platform, where real-time electronic music improvisation created space for interaction and discovery, Sofia Ribeiro has drawn on relationships and experiences to create, as System Sophie, expansive and flexible electronic music, ranging from geometric techno to ambient soundscapes. The single “Cygnus” (2025) and the EP “Hydra” (2026) are the first physical milestones on this journey; for Semibreve, she brings previously unreleased music in a live debut, marking yet another of the bold leaps that she consistently takes.